Zhang Rui renasceu na Rússia durante o período napoleônico, trazendo consigo um sistema de guerra total, e tornou-se filho adotivo da Imperatriz Catarina II e conde do Império.
Zé Rui foi despertado por uma cacofonia de línguas desconhecidas, mas ao abrir os olhos, tudo que viu o deixou atônito: um grupo de mulheres loiras de olhos azuis o observava, apontando e tentando se comunicar, mas o que saía de suas bocas era apenas o choro de um bebê. Foi então que ele notou seus próprios braços infantis.
O que estava acontecendo? Por que se tornara um bebê? Quem eram aquelas mulheres? Teria atravessado para um país completamente estranho? Dúvidas inundaram sua mente, mas ao ver outra coisa já não ficou paralisado, mas confuso: como o jogo que jogava antes de dormir estava agora em sua cabeça?
Enquanto Zé Rui se debatia em confusão, Catarina II, imperatriz da Rússia, preocupava-se com o destino de Zé Rui. Naquela noite, Catarina preparava-se para dormir quando, de repente, um bebê apareceu em sua cama, literalmente do nada. Ela viu com seus próprios olhos Zé Rui surgir, do vazio, em seus lençóis.
Como seguidora da Igreja Ortodoxa, Catarina II logo assumiu em seu coração que Zé Rui era um presente de Jesus. Por isso, não poderia tratar o caso de qualquer maneira. Inicialmente, pensou em entregar Zé Rui à Igreja Ortodoxa, mas ao considerar que era um presente pessoal de Jesus, não achou adequado. Afinal, se fosse para a Igreja, ele teria aparecido lá, não em seu quarto. Além disso, ninguém da Igreja poderia saber desse acontecimento.
Mas sob que pretexto ele ficaria no palácio? Catarina jamais seria ingênua a ponto de declarar publicamente que Zé Rui era um presente divino. Nem mesmo Paulo, o herdeiro, poderia saber. Quanto menos