Cidade de Mihua: O Verdadeiro Imperador do Trabalho

Cidade de Mihua: O Verdadeiro Imperador do Trabalho

Autor: As nuvens escuras se dissipam

[Prévia no fim da sinopse] Hananoi Chika tem um sistema inútil chamado [Sistema do Trabalhador]; a única função dele é mostrar a oportunidade de emprego mais próxima, e nem é aquele sistema que assina comprovante de estágio. Chika: Só isso? Dá pra ir se refrescar lá então. [Sistema: Espera aí! Se você alcançar uma pequena meta, pode realizar um desejo.] Chika: Imortalidade? Unificar o mundo? Ascensão instantânea? Rachar uma dimensão? [Sistema: Isso... essa “Ciência do Ko” a gente não discute.] Chika: Você é produto de que ciência? Chika não liga para esse sistema sem serventia nenhum, mas por que aquele pontinho vermelho de oferta de emprego não some?!? Enfim, a vaga era de supervisora da república da escola de polícia? Então vamos já! [CENA 1] *Numa aldeiazinha de montanha com pouca gente, durante um treino tático da escola de polícia, Zhu Fu Jingguang puxou um vilarejano que passava.* Hiro: Tia, viu algum passarinho de ferro voando no céu? Chika, que tinha acabado de ajudar a colher, respondeu sem expressão: Não vi pássaro nenhum, mas vi sim um Bell-206. [CENA 2] *Seguindo a rota esquisita do sistema, entrou num bar e, sob olhares cautelosos, entregou seu currículo grosso.* Chika: Olá, aqui é… uma cervejaria, né? Vim fazer entrevista para faxina. Bellmord: Você veio para o departamento errado? [CENA 3] *Em Yeya, Mizu Renai atirou em Akai Shuuichi sob vigilância de Gin.* Gin: Atira de novo, atira de novo na cabeça dele! Chika: Para de atirar só na cabeça. Traz a cabeça dele de volta, pendura na porta da organização pra aqueles traidores verem bem, tipo “trairam, esses traidores…” Gin: Não presta atenção nela. Faz do jeito que eu mandar. Chika: ??? Akai Shuuichi ressuscitou: Não venha me procurar chorando! A terra maldita de Mihucha não cria uma flor branca de verdade, mas Hananoi Chika acha que ela é exceção — ela é superbonita e gentil, mas! Os outros: Claro que não! [Guia de leitura] 1. CP a definir 2. Protagonista feminina não é “a mocinha boa”; parece medrosa por fora, mas é malandra por dentro. ———————————————————— Postando uma prévia cruzada: “Ei, como assim a mina virou ômega?” Esse texto também é conhecido como: “Amiga perdeu o pau” “Não fui eu que disse, mas todo mundo aqui é frango-fraco” “Vida sem nota cercada por gente desequilibrada” Nos dez anos após o sequenciamento genético, todo mundo achava que Qi Jian ia virar uma Alfa guerreira exemplar, e até ela própria aceitou o destino de crescer um grande [bi —]. Boa notícia: as garotas amigas cresceram com sucesso. Má notícia: espera… por que só ela não cresceu? #Todo mundo consegue crescer, por que só a minha majestade não cresce? #Fora isolar ela, não há outra explicação. Ainda bem que ela continua absurdamente forte, corpo forte e saudável, come bem — até a glândula com desenvolvimento estranho ficou do jeitinho certo. Ela tem outro defeito além de “não ter grana”? Nenhum! Diante dos muitos “filhos queridos do céu” que vieram a cercar e perceber algo errado, a resposta de Qi Jian, como sempre, era pronta pra pedir bronca: “Pois é, sou ômega. E daí? Me matam?” Enredo principal, protagonista masculino pendente. Heroína é arrogante e sem noção de que provoca briga; o cerco é cerco de verdade, daqueles que dá vontade de socar.

Cidade de Mihua: O Verdadeiro Imperador do Trabalho

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Capítulo Um

Capítulo Um

Que tipo de gente vive numa cidade de costumes tão puros e simples como esta?

Com total calma, ela abriu o caixa registradora, recuou um passo e, obediente, ergueu as mãos acima da cabeça para dar espaço ao ladrão pegar o dinheiro.

Ah, é ela quem mora aqui. Então está explicado.

Seus movimentos eram fluidos, sem hesitação, e sua expressão tão serena que até o assaltante se sentiu desconfortável. Depois de enfiar todo o dinheiro na bolsa, ele levantou a faca e perguntou, em tom ameaçador:

— Ei, você está colaborando demais. Não teria chamado a polícia às escondidas, não é?

Por dentro, Hananoi Chinatsu contava em silêncio quantas vezes já passara por assaltos desde que começou a trabalhar naquela loja de conveniência. Surpresa com a acusação, apontou para si mesma, incrédula.

— Eu?

Injustiça, céus! Ela realmente não era do tipo que mantinha a calma durante um perigo desses.

Quis explicar que apenas tinha se acostumado a ser assaltada, mas ao ver a mão trêmula do ladrão e a lâmina reluzente, engoliu as palavras. O importante era despachá-lo dali o quanto antes.

Endireitou-se discretamente, comprimindo os lábios, e em um instante assumiu uma expressão séria.

— Pode ir embora, não vou chamar a polícia.

O ar-condicionado da loja estava no máximo, o uniforme era largo demais e, por baixo, usava uma blusa de manga comprida — tinha o típico ar de alguém massacrado pela vida.

O assaltante hesitou, surpreso com a resposta, mas ainda desconfiado, insistiu:

— O que você quer dizer com isso

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