Jogo do Espelho Sinistro: Minha Sobrevivência no Limite no Mundo do Terror

Jogo do Espelho Sinistro: Minha Sobrevivência no Limite no Mundo do Terror

Autor: Frasco mágico

【Fluxo Infinito + Forte contra Forte + Sobrenatural + Foco em Enredo】【Heroína de sentimentos sutis vs protagonista masculino frio e de personalidade sombria】 Su An, uma designer azarada, achou que seria só mais um dia de “trabalho voluntário”, mas acabou sofrendo um acidente de carro inexplicável. Ao acordar novamente, percebeu que em vez de ter ido para o céu, tinha sido arrastada para um estranho e sinistro mundo de espelhos. No castelo bizarro no meio da floresta: estátuas estranhas, um quarto decadente com cadáveres pálidos pendurados, e fileiras de espelhos alinhados um após o outro, altos o suficiente para romper as nuvens... Nesse lugar, um mundo gera apenas um “espelho”. Ele não é só a chave para voltar ao mundo real, mas também possui habilidades diferentes: alguns podem desfazer feitiços, alguns podem resistir à morte, e alguns até podem revelar os demônios malignos sob a pele humana... Todos olharam boquiabertos enquanto Su An tirava calmamente do bolso um monte de espelhos. Um deles exclamou: “Um espelho por que os outros brigam até sangrar, como é que você tem tantos?” Su An agarrou os espelhos de maneira descomposta e disse: “Ah, esses? Eu os copiei sem nem pensar.” ## Jiang Yuchen brincava com o espelho na mão: “Você sabia? Quando você olha no espelho, ‘Ele’ ali dentro também está olhando para você.” Su An: “O que? Que doideira! Eu gosto~” Jiang Yuchen atirou o espelho, pegou Su An que tentava fugir no colo e caminhou lentamente para a sala: “Então, ainda é você que gosta de mim.” Afeto intenso entre duas pessoas, correndo uma em direção à outra.

Jogo do Espelho Sinistro: Minha Sobrevivência no Limite no Mundo do Terror

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Capítulo 1 Uma Espelho

À vista surge um castelo alto e esguio, situado à beira de uma costa cercada por densas florestas.

O caminho de pedras que leva ao castelo parece um pouco mais amplo devido à escassez de árvores, e ao redor reina um silêncio absoluto, sem sequer o canto de um pássaro.

— Se eu soubesse que ia dar problema, hoje teria pegado o metrô para o trabalho.

Su An sofreu um acidente de carro e, pensando que já estava no paraíso, ao acordar tocou o rosto e percebeu que a dor não era como imaginava.

Ao olhar para baixo, percebeu que ainda vestia um vestido amarelo, mas todos os seus pertences haviam desaparecido.

Seria uma viagem no tempo?

Su An caminhou pela floresta durante um bom tempo, sem encontrar ninguém, e o lugar parecia um labirinto, pois sempre acabava retornando à mesma estrada de pedras.

Quando pensava em descansar, ouviu um sussurro de folhas atrás de si.

Virou-se rapidamente e viu uma criatura sem cabeça, com o corpo pálido como papel, rastejando lentamente das sombras das árvores.

O pescoço mutilado jorrava sangue vermelho vivo, tingindo a grama ao redor; os membros se arrastavam pelo chão de maneira estranha e rápida, produzindo um som arrepiante, enquanto avançava em sua direção.

Su An prendeu a respiração, sem tempo para pensar, só conseguia pensar em uma palavra:

Correr!

Ela saiu em disparada pela estrada de pedras, nunca tendo corrido tão rápido; sentia os pulmões prestes a explodir e um gosto metálico subindo pela garganta, enquanto as pernas pareciam querer se separa

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