Depois que Zu Ci tirou uma soneca, o mundo mudou! O tai chi é mesmo só fraco e mole? O tai chi não serve para combate real? Quem te falou isso! Vejam como vou abrir meu espaço com o tai chi! (PS: o conteúdo de tai chi neste livro é, em grande parte, fruto de imaginação; não o associe ao tai chi real.)
A luz da manhã envolvia a cidade, e o orvalho pendurado nas folhas de salgueiro refratava a suave claridade do amanhecer, reluzindo como joias.
No pequeno parque repleto de salgueiros, muitas pessoas praticavam exercícios matinais sob o sol nascente.
Na pista de corrida, grupos vestidos com roupas esportivas corriam em diferentes ritmos, uns mais rápidos, outros mais lentos.
No centro da pista, havia uma pequena praça revestida de lajotas.
Na praça, os praticantes se dividiam em grupos distintos: uns brandindo espadas, outros treinando com facas, e um grupo vestia uniformes brancos, praticando tai chi.
Os movimentos lentos e sincronizados do grupo de tai chi, todos vestidos de branco, tinham uma elegância própria, dotados de um charme distinto.
A maioria daqueles que praticavam tai chi eram idosos, homens e mulheres de cabelos grisalhos, mas o líder do grupo destoava totalmente: era um rapaz de dezessete ou dezoito anos.
À frente do grupo, o jovem mantinha o olhar concentrado, executando os movimentos com rigor e precisão, seus gestos lentos e elegantes mais impecáveis do que os de todos os presentes.
O sol subia lentamente, e a luz suave se tornava gradualmente mais intensa.
Aos poucos, as pessoas começaram a deixar o parque.
O jovem, ao finalizar o movimento de encerramento, também conduziu o grupo de tai chi à dispersão.
Os idosos saíam juntos, conversando e rindo com o rapaz.
Ele respondia a todos com um sorriso gentil.
— Zhangzinho, diga-me, o que há de interessante para um jo